O INSS não avisa quando você já tem direito
A gente lê o seu histórico de contribuição, procura o que ficou de fora e explica em português o que ele mostra. Depois você decide o que fazer, sabendo o que está em jogo.
- Atendimento por WhatsApp, telefone ou vídeo, sem precisar sair de casa
- Honorários combinados por escrito antes de qualquer providência
- Você recebe um resumo do que foi encontrado, mesmo que a resposta seja não
Seu histórico de contribuição
Cada coluna é um ano de trabalho. A altura mostra o quanto entrou de contribuição naquele ano.
Período em branco costuma ser trabalho sem registro, contribuição em atraso ou tempo que existiu e não chegou no sistema.
Período com dúvida é vínculo que pode valer mais do que está valendo: atividade rural, insalubridade, tempo militar, tempo em outro regime.
01 · Comece por aqui
Qual dessas frases é a sua?
Escolha a que mais parece com a sua situação. Cada uma leva para a parte da página que responde.
"Acho que já posso me aposentar"
Você trabalhou a vida toda e quer saber se já bateu o tempo, por qual regra, e se vale mais esperar.
Ver as regras de hoje → Caminho 2"Meu pedido foi negado"
Saiu negado, ou saiu com valor menor do que você esperava. Existe recurso, existe revisão e existe prazo.
Ver o que dá para fazer → Caminho 3"Não sei se tenho direito"
Trabalhou sem carteira, na roça, exposto a risco, ou está afastado por saúde. Marque o que combina com você.
Abrir a lista de sinais →02 · As regras de hoje
O que mudou depois da reforma
A aposentadoria só por tempo de contribuição deixou de existir para quem começou a contribuir depois de 13 de novembro de 2019. Quem já contribuía antes disso entra nas regras de transição, e é aí que a conta muda de pessoa para pessoa.
Com no mínimo 15 anos de contribuição, na regra permanente da aposentadoria por idade.
Com no mínimo 20 anos de contribuição para quem se filiou depois da reforma, e 15 anos para quem já contribuía antes.
Pontos, idade progressiva, pedágio de 50 por cento, pedágio de 100 por cento e a transição da aposentadoria por idade. Cada uma dá uma data e um valor diferente.
Fonte: Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019. Nas regras de transição por pontos e por idade progressiva a exigência sobe a cada ano, então o número que vale para você depende do ano em que você completa os requisitos. Esta página é informativa e não substitui a análise do seu caso.
A maioria não perde o benefício porque não tem direito. Perde porque pediu na hora errada, pela regra errada, com um documento faltando.
03 · O que a gente cuida
Benefícios e pedidos
Da primeira análise ao pedido, ao recurso administrativo e, quando for o caminho, à ação judicial. Sempre com o passo seguinte explicado antes de acontecer.
Aposentadoria por idade
A regra permanente depois da reforma, com idade mínima e tempo mínimo de contribuição, para trabalho urbano e para trabalho rural.
Regras de transição
Para quem já contribuía antes de novembro de 2019. Cinco caminhos possíveis, e a conta de qual deles chega primeiro e qual paga melhor.
Auxílio por incapacidade
Afastamento temporário e aposentadoria por incapacidade permanente, incluindo pedido de prorrogação e contestação de perícia.
Aposentadoria especial
Quem trabalhou exposto a agentes nocivos à saúde. Envolve prova técnica do ambiente de trabalho, e é aí que a maioria dos pedidos cai.
Aposentadoria da pessoa com deficiência
Regra própria, com tempo reduzido conforme o grau da deficiência. Depende de avaliação médica e funcional, e muita gente nem sabe que existe.
Pensão por morte
Para dependentes do segurado. O valor e a duração mudam conforme a idade de quem recebe e o vínculo com quem faleceu.
BPC e LOAS
Não é aposentadoria e não exige nunca ter contribuído. É benefício assistencial para idoso a partir de 65 anos ou pessoa com deficiência, dentro do limite de renda familiar previsto em lei.
Recursos e revisões
Pedido negado, valor menor que o esperado, tempo não contado. Recurso administrativo, revisão e, quando necessário, ação judicial.
04 · Como funciona
Quatro etapas, e você sabe onde está em cada uma
Nada é feito sem você entender antes. E nada é cobrado antes de estar combinado por escrito.
-
1
Conversa inicial
Você conta a sua história de trabalho por WhatsApp, telefone ou vídeo. Sem custo, sem compromisso e sem termo técnico. É aqui que a gente descobre o que precisa ser olhado.
-
2
Leitura do histórico
A gente analisa o seu extrato de contribuições, procura períodos em branco, vínculos mal registrados e tempo que pode valer mais do que está valendo.
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3
O plano, por escrito
Você recebe o que foi encontrado, quais caminhos existem, o que cada um exige, quanto tempo costuma levar e quais são os riscos. Inclusive quando o melhor a fazer é esperar.
-
4
Pedido e acompanhamento
Reunião dos documentos, protocolo, acompanhamento de cada exigência e, se for o caso, recurso ou ação judicial. Você é avisado a cada movimento.
05 · Você tem direito?
Marque o que combina com a sua história
Isto não decide nada e não é um resultado. É só uma forma rápida de organizar o que precisa ser olhado antes da conversa.
06 · Antes da conversa
O que ajuda ter em mãos
Nada disso é obrigatório para a primeira conversa. Quanto mais você tiver, mais rápido a gente chega numa resposta concreta.
O básico
- Documento com foto e CPF
- Comprovante de residência recente
- Carteira de trabalho, todas que você tiver, inclusive as antigas
- Extrato do CNIS ou o print do histórico no aplicativo Meu INSS
- Certidão de casamento ou de nascimento dos filhos, quando fizer diferença
O que quase ninguém lembra
- Contracheques antigos, recibos e holerites guardados em casa
- Documento do sindicato, nota de produtor rural, contrato de parceria ou arrendamento
- PPP ou laudo do ambiente de trabalho, se você trabalhou exposto a agente nocivo
- Certificado de reservista e tempo de serviço militar
- Cartas de indeferimento do INSS, mesmo as antigas
- Laudos e exames médicos, com data, quando o caso envolver saúde
07 · Quem cuida
Uma pessoa responsável pelo seu caso
Você não vai falar com um robô nem com um atendente diferente a cada vez.
OAB/MG 213.952
Clarissa Lima
Advogada · Direito Previdenciário
Quem chega até mim quase sempre chega desconfiado. Já ouviu um “não” do INSS sem entender o motivo, ou passou anos trabalhando sem carteira assinada e se convenceu de que aquele tempo se perdeu. Na maior parte das vezes ele não se perdeu: só nunca foi provado.
Por isso eu começo pelo seu histórico de contribuição, lido linha por linha, antes de falar em pedido, recurso ou ação. É ali que aparece o vínculo que ficou de fora, o período que vale mais do que está valendo e, às vezes, o direito que já existe há anos sem ninguém ter avisado.
Você vai ouvir de mim o que o seu caso permite, com o mesmo cuidado se a resposta for sim ou se for não. E nada é protocolado sem que você entenda o que está sendo pedido, quanto tempo costuma levar e o que pode dar errado no caminho.
É o seu tempo de trabalho. Merece ser lido por inteiro.
08 · Dúvidas
O que a gente mais escuta
Preciso pagar alguma coisa para saber se tenho direito?
Não. A primeira conversa é sem custo e serve para entender a sua história de trabalho. Se depois dela existir um caminho, os honorários são combinados por escrito antes de qualquer providência, e você decide com o valor na frente.
Já tentei no aplicativo do Meu INSS e foi negado. Ainda dá para fazer alguma coisa?
Na maioria das vezes sim. Existe recurso administrativo com prazo, existe a possibilidade de novo pedido com prova nova e existe a via judicial. A primeira coisa é ler a carta de negativa, porque ela diz exatamente qual foi o motivo, e o motivo muda completamente o caminho.
Trabalhei anos sem carteira assinada. Esse tempo se perde?
Não necessariamente. Tempo sem registro pode ser reconhecido quando existe prova, e prova é mais coisa do que as pessoas imaginam: recibo, contracheque, ficha de registro da empresa, documento de sindicato, foto no local de trabalho, testemunha. O que não dá é reconhecer só com a palavra.
Quanto tempo demora?
Depende do tipo de pedido, da fila do INSS e de o caso seguir ou não para a Justiça. Ninguém consegue prometer prazo com honestidade, e desconfie de quem promete. O que a gente faz é dizer, na hora do plano, qual é a expectativa realista para o seu tipo de caso e avisar a cada movimento.
Vocês garantem que eu vou receber o benefício?
Não, e nenhum advogado pode garantir. O que a gente garante é a análise honesta: se o seu caso não tiver caminho, você vai ouvir isso com todas as letras, sem cobrança e sem enrolação. Também dizemos quando o melhor é esperar mais um tempo antes de pedir.
Preciso ir até um escritório?
Não. O atendimento é online no Brasil inteiro, por WhatsApp, telefone ou chamada de vídeo, no ritmo que for confortável para você. Documento se manda por foto no WhatsApp, e a gente ajuda a tirar a foto do jeito certo.
Eu não me dou bem com celular e internet. Isso atrapalha?
Não. Dá para resolver tudo por telefone comum, e se preferir a conversa pode ser com um filho, um neto ou alguém de confiança junto. Se precisar mexer no aplicativo do Meu INSS, a gente explica o passo a passo com calma, quantas vezes for preciso.
09 · Primeira conversa
Conte a sua história de trabalho.
A gente lê o resto.
Sem custo, sem compromisso e sem termo técnico. Se não houver caminho, você vai saber disso na mesma conversa.
sem
compromisso